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O NOME E A PROPOSTA:
O nome da revista, CIDADE SEM NOME, decorre em parte de um extraordinário livro manuscrito que Torres Garcia escreveu em 1941. Entretanto, nossa significação é bem diversa, pois nos referimos às cidades e territórios nos quais vivemos. Essa contraposição nos permite pensar e desdobrar inúmeras questões.
A adoção de CIDADE SEM NOME visa explorar a relação de diversas linguagens com a experiência e a memória urbana e de ambientes naturais, enfim, do que entendemos por paisagens. Esse entendimento de paisagens que adotamos pode ser visto em:
SANDEVILLE JUNIOR, Euler . PAISAGEM. Paisagem e Ambiente, São Paulo, v. 20, p. 47-60, 2005.
SANDEVILLE JUNIOR, Euler ; Hijioka, Akemi . FLORES DA CEREJEIRA E DA PAINEIRA (PAISAGENS). Paisagem e Ambiente, v. 24, p. 201-207, 2007.
SANDEVILLE JUNIOR, Euler . Paisagens e métodos. Algumas contribuições para elaboração de roteiros de estudo da paisagem intra-urbana. Paisagens em Debate, FAU.USP, v. 2, p. 1, 2004.
A revista surgiu como um desdobramento proposto da Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento e é editada por Aion Poéticas da Paisagem e Ações Socioambientais.
A proposição da Espiral está resumida na primeira página da revista e no diagrama abaixo:
A revista publica artigos, depoimentos e trabalhos artísticos que pensem e atuem a partir de processos criativos, processos críticos, percursos vivenciados, heranças, modo de vida, desejo de transformação, processos coletivos e solidários, memórias e depoimentos de percursos individuais e coletivos.
São alguns tópicos particularmente interessantes à construção dos conteúdos acima, sem qualquer hierarquia na apresentação a seguir:
poéticas
imagens
formas
ações
mídias
pessoas
lugares
idéias
manifestos
debates
vivência
cidade
viagem
habitat
lúdico
sonho
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tecnologia
educação
sensibilidade
paixão
ambiente
racionalidade
teoria
ação
filosofia
estética
irracionalidade
expressão
interatividade
conectividade
inconsciência
ciência
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meus sonhos existem com os seus e nossos sonhos são interpenetrantes: não sonharemos sós.
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